Poesia silêncio

a poesia requer silêncio, requer ausências, ócios,
mesmo em meio a barulhos, ruídos e gritos,
mesmo em meio a gente, multidões, afazeres

o que ela quer é instalar-se, impregnar-se, emprenhar-nos
e de dentro fazer-se voz e grito, presença e trabalho

Abilio Pacheco – Belém, 06 de janeiro de 2012.

4 comentários

  1. Por um instante o poema nos leva a ouvir os sons da modernidade: o ligar dos motores e as mudanças sociais que agitaram do séc. XVIII. Porém, com os ouvidos mais apurados é possível perceber o som claro das águas e da brisa que passa, mesmo na Modernidade.

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