Carmina de Magister Ludi

Carmina de Magister Ludi: o estilo tardio em Max Martins
Abilio Pacheco de Souza

RESUMO: Neste ensaio apresentamos apontamentos sobre o estilo tardio conforme Adorno e Edward Said e a partir de aí proceder a leitura do poema “X” de Max Martins. Para tanto, propomos estender/distender os significados já operacionalizados para o estilo tardio, de modo a lançar como hipóteses sobre o estilo tardio: sua força de ‘dínamo’ da história literária (avanços e recuos desta), a gênese das obras tardias como resultado da (com)pressão do passado (da tradição) e do futuro (de sua pervivência – das Fortleben), e a relação entre o estilhaçamento formal, a desagregação do ser e a laceração do corpo. A apropriação e a distensão destes sentidos possibilita um entendimento pouco frequente para a poesia de Max Martins e sugere a interpretação do poema “X” dentro do contexto sócio político da ditadura militar no Brasil.

Moara – Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Letras ISSN: 0104-0944

Número 46 – Jul a Dez de 2016 – Dossiê Max Martins

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Vozes do silêncio II

Esta quarta, 21 de março, foi publicado na minha coluna Vozes do Silêncio, Revista Contemporartes, ISSN 2177-4404, coordenada por Ana Maria Dietrich e Rodrigo Machado, o texto intitulado “Literatura (nada) infantil” que versa sobre literatura e história brasileira recente, mais especificamente sobre a literatura produzida para crianças.
http://revistacontemporartes.blogspot.com.br/2012/03/literatura-nada-infanti l.html
O texto do mês passado
(http://revistacontemporartes.blogspot.com/2012/02/anos-verdes-verde-lodo-e- verde-musgo.html) sobre a produção de Luiz Fernando Emediato recebeu comentários que merecem ser lidos. Fiquei grato, surpreso, feliz pelo fato do próprio autor ter deixado um comentário.

Vozes do silêncio

Esta quarta, 29 de fevereiro, foi publicada minha coluna Vozes do Silêncio na Revista Contemporartes, ISSN 2177-4404, coordenada por Ana Maria Dietrich e Rodrigo Machado.
O texto da coluna deste mês é intitulado “Anos verdes: verde lodo e verde musgo” e versa sobre literatura de resistência, mais especificamente sobre a produção de Luiz Fernando Emediato.
Aguardo sua visita e sugiro ainda que dê uma boa passeada por toda a revista. Estou certo que você vai gostar:
http://revistacontemporartes.blogspot.com/2012/02/anos-verdes-verde-lodo-e-verde-musgo.html.