Civilização Coroataense

O autor Raimundo Manoel Araújo faz a seguinte menção ao meu nome no livro “Civilização Coroataense” pelo que agradeço ao mesmo tempo em que me reconheço numa dívida enorme com a cidade de minha infância, memória e saudade.

“[…] alguns nomes se destacam na cultura de Coroatá, como: […] Abilio Pacheco poeta, escritor e professor universitário com cadeira na Universidade Federal do Pará e muitos outros poetas e poetisas em evolução esperando …”

 

Sobre o meditação ao tocantins

Sobre o Meditação ao Tocantinspor Airton Souza

O escritor, poeta, romancista, professor, antologista e outras definições mais, Abilio Pacheco nos brinda neste volume da Antologia Literária Cidade com a “meditação ao Tocantins”. Um apego amoroso à terra onde viveu grande parte de sua vida, a Cidade de Marabá. Neste texto, o eu-lírico, através das Memórias/Históricas, joga de forma lúdica com os termos. Vejamos por exemplos alguns versos: de olhos arenosos e rubros; a lata de quido loiro; que bem banham marabá; a voz não vale o verso olvido (grifos meu) estes versos nos mostram a consciência/consistência das palavras presentes no poema e o jogo consensual que só a linguagem pode permitir. Há um enigma indesvendável presente na “meditação ao Tocantins”. É verificável que o amor não ensinou, mas, fez crer. Como pode isso se suceder?