Em desproposito – divulgação

O Romance foi divulgado nas seguintes páginas:

Blog da Escolha Jonathas Pontes Athias, escola onde estudei a segunda série e onde trabalhei na Biblioteca (cerca de um ano) e como professor (pouco menos de um ano):

http://www.escolajonathasmedio.blogspot.com.br/2013/02/romance-de-abilio-pacheco.html

Pela publicação agradeço a Sandra Brandão.

Blog do Pró-jovem Urbano de Marabá:

http://projovemurbanomba.blogspot.com.br/2013/02/romance-de-abilio-pacheco.html

Pela publicação agradeço a Sandra Brandão.

Blog Contraponto & Reflexão, de Ribamar Ribeiro Jr. – formado em Sociologia e foi meu colega de UFPA sincronicamente, mas em cursos diferentes.

http://ribamarribeirojunior.blogspot.com.br/2013/02/saudacoes-literarias.html

Agradeço a Ribamar por esta e pelas divulgações anteriores.

Blog do Professor Geraldo Santana, de Bebedouro-SP. Além de professor, é escritor e de quando em quando publica na Editora LiteraCidade.

http://profgeraldojsantanna.blogspot.com.br/2013/02/lancamento-de-abilio-pacheco-so-esta.html

Um muito obrigado. O circuito alternativo é uma enorme confraria onde todos se ajudam.

Site da AVSPE, Associação Virtual Sala dos Poetas e Escritores, da qual faço parte.

http://www.avspe.org/index.php?pg=mtexto&idt=12010&ttt=Em

Agradeço a Efigênia Coutinho pela postagem e divulgação entre todos da AVSPE

Site do Professor e escritor Airton Souza, de Marabá

http://airtonsouzza.blogspot.com.br/2013/03/abilio-pacheco.html

Agradeço ao colega de magistério e de labuta literária pela divulgação.

Caso você saiba informar outros sites ou blogs onde o romance foi divulgar, agradeço antecipadamente a informação.

Abilio Pacheco

Convite lançamento

Convite – Lançamento


Em Despropósito (mixórdia) é meu primeiro romance. Acredito que seja também o primeiro romance que tenha Marabá como cenário. Escrevi tendo em mente a cidade e seus cidadãos e imagino ser o melhor presente que possa lhe(s) oferecer neste centenário.
Canto peregrino à Jerusalém celeste é um livro de poemas cristãos escrito a partir de mote retirado do Salmo 137.
Ao marulhar do Tocantins é uma coletânea reunindo trabalhos de seis autores marabaenses.
Na Antologia Literária Cidade – volume 10, publico o poema “meditação ao Tocantins”, um passeio pelo cais da Cidade Velha.

– Lançamento: Auditório do Campus da UFPa – Dia 04 de Abril – às 20:00
– Sessão de autógrafos e bate-papo: Biblioteca central de Marabá Bairro Pioneiro Dia 05 de Abril de 9:00 às 12:00 (manhã)
– Bate-papo com estudantes na Escola Salomé Carvalho-Dia 06 de Abril às 14:00.

Fragmento (cap 16)

em despropósito
divulgação capa

Eis um trecho do capítulo 16 do meu romance “Em Despropósito (mixórdia)” que será lançado em Marabá em Abril.

“Saindo de Ipixuna para estudar, [Irma] ficaria lá em casa até quando se arrumasse. Arrumou-se comigo. Um come quieto. Para ela, eu era manso para mulher. Desses de comer quieto para me repastar, ter mais bis. Tinha certeza de eu conhecer Marabá, e se duvidasse o sul do Pará, como mãe conhece filho. Estivemos em alguns lugares repetidos principalmente ao aberto, mas também desbravamos uns cantinhos só nossos. Tivemos alguns idílios. Costumava buscá-la no Plínio, no período em que trabalhou como cargo ‘r’. Algumas vezes tomávamos um gostoso sorvete de bacuri no entorno da Praça Duque de Caxias. Outras vezes seguíamos pela orla, que já era bela, apesar das ruínas de obra e implosão malogradas. Ainda não era essa de hoje, mas nós aproveitávamos luares e luas naquelas escadas à margem do Tocantins nos meses de estio. Por vezes, namoramos feito adolescentes em praça submersa aproveitando cheia. Aquilo era coisa mágica. Tínhamos contados os degraus que davam ao rio: quarenta e três, mas à enchente, o Tocantins cobria-nos o pescoço. Uns irresponsáveis; a praça farta de pessoas, lavando roupas, louças, carros, motos… e nós de festinha. O quanto gostávamos aquilo, não tem conta. Tinha também as serestas na UFPA, no Tapiri, e voz e violão num e noutro bar, Tontura, Ideal, Choperia… Cheguei a pensar em levá-la para a Toca do Manduquinha. Marcelo estaria tocando naquele sábado e nós não perderíamos aquilo. Deixaria ela descansar sua meia hora pós-lúdica, sussurraria qualquer coisa em seu ouvido. O dia teria sido fadigoso e, fora um ou outro petisco da geladeira, nada a mais de comida, aquilo era de nos dar uma fome de comer todos os espetos do Sr. Manoel. Ela fosse tão apaixonada por Marabá quanto eu, eu planejaria dar-lhes alianças ali na amurada do Tocantins.” (páginas 64-65) Continue Lendo “Fragmento (cap 16)”

Memorial da America Latina

Memorial da América Latina

“Suor, sangue e pobreza marcaram a história desta América Latina tão desarticulada e oprimida. Agora urge reajustá-la num monobloco intocável, capaz de fazê-la independente e feliz.” Oscar Niemeyer

A mão em concreto cru tem sete metros de altura e na palma a imagem da América Latina em esmalte sintético faz lembrar sangue escorrendo. Embora ela seja a imagem que temos do Memorial, ela é uma parte de um grande complexo arquitetônico. Sugiro uma visita virtual no site do Memorial.
A visita ao memorial foi incidental, a estação de metrô da Barra Funda era apenas um entreposto para carona. Sobrava-me uma hora até a chegada do transporte. Numa dessas felizes coincidências, eu estava exatamente com a camisa do evento do grupo de pesquisa com a ‘mão’ envolvida pela imagem de um rolo de filme.