abilio pacheco

professor de literatura (ufpa), escritor e revisor de textos

Archive for janeiro \29\UTC 2011

E-book de Alfredo Garcia

Posted by Abilio Pacheco em 29 de janeiro de 2011

O Escritor Paraense Alfredo Garcia (Bragança) irá lançar no dia 1º de fevereiro um e-book intitulado “Contwitters”, reúne 50 nanocontos escritos em 50 dias a partir de 19 de dezembro de 2010. O livro estará disponível no blog: paginanua.wordpress.com
Informação obtida nos seguintes endereços:
http://yorrannaoliveira.blogspot.com/2011/01/twitter-e-literatura.html
http://casabibliofilia.blogspot.com/2011/01/alfredo-garcia-contwitters-lancamento.html

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Encontro Paraense dos Estudantes de Letras

Posted by Abilio Pacheco em 29 de janeiro de 2011

Encontro Paraense dos Estudantes de Letras (EPEL)!
De 24 a 27 de fevereiro de 2011, no Campus Universitário da UFPA em bragança.
Tema: “Pérola do Caeté: Literatura, Linguagem e Cultura no contexto Amazônico.”
Mais informações, acesse: http://xivepel.blogspot.com/

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Lançamento, OSargentoNu, de Luiz Vidal

Posted by Abilio Pacheco em 26 de janeiro de 2011

Dia 03 de Fevereiro, no Instituto de Artes do Pará.

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Cheiro de café

Posted by Abilio Pacheco em 26 de janeiro de 2011

Cheiro de café

Não há nada que mais me pareça com a crônica que o cheiro do café.

É uma metáfora olfativa, sinestésica; não deveria explicá-la. Fico tentado a encerrar o texto por aqui. Continuo.Afinal posso até escrever contos curtos, mas ainda não optei por treinar as crônicas curtas, embora elas pareçam correr no meu dia a dia. Quem sabe eu tente ainda escrevê-las.

O cheiro do café: matutino, fresco, suave, de leve amargor… Caminhando pelo condomínio pela manhã, fazendo academia, assistindo ao noticiário matutino ou tentando se fechar do mundo num escritório/gabinete é sempre esse gostinho que chega às narinas trazendo um novo dia, as novidades do dia. Mesmo os barulhos da cidade chegam com o café e, antes dele, o seu cheiro.

A crônica seria esse agradável sabor de fragrância noviça e breve. Relativamente pontual e tão ligada ao presente. Logo surgindo e logo esvaecendo, mas sempre retomada.

A crônica, a despeito de ser chamada gênero menor, tem seu mistério. Mesmo quem não gosta de café, gosta de seu cheiro, mesmo quem não aprecia literatura ou não tenha hábito de ler, curte uma crônica. Se bem usada, a crônica traz para literatura o leitor iniciante, como o cheiro do café chama para a mesa, convida para uma boa conversa e, mesmo não o bebericando, a mesa fica rodeada e o diálogo flui.

A crônica, atrativa… logo o leitor prova de toda literatura: haicais, sonetos, poemas mais longos, contos, romances…

26 de Janeiro de 2011.
Abilio Pacheco, professor, escritor

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Belo Monte, lançamento

Posted by Abilio Pacheco em 23 de janeiro de 2011

Lançamento do livro Belo Monte, o belo do destruir, de João de Castro.

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