Via Atlântica nº 14

Chamada para publicação em revista acadêmica

Nome da revista: Revista Via Atlântica.
Instituição: Pós-graduação da USP.
Organizadores: José Nicolau Gregorin Filho e Maria Zilda da Cunha.
Edição: Dossiê nº 14.
Tema: Literatura e Literariedade no Universo da Criança e do Adolescente.
Prazo: 20 de março.
Email para contato: cep@edu.usp.br
Chamada completa: solicitar por email.
Forma de publicação: apenas virtual (??).
Periodicidade: semestral.
Observação: Edições anteriores disponíveis para download.
Qualis: ???.

 

Informação ainda não ratificada.

 

Veja outras chamadas.

Morfologia dos filmes baseados em HQ

8 regras (sem sentido) seguidas por todos os filmes de quadrinhos:

8) O primeiro filme requer uma história de origem tediosa;
7) As sequências devem apresentar múltiplos vilões;
6) Na parte 2, o herói deve revelar sua identidade a alguém;
5) A parte 3 deve retratar uma versão maligna do herói;
4) O herói deve perder seus poderes em algum momento;
3) Os vilões devem invadir o esconderijo secreto do herói;
2) Um vilão deve se redimir;
1) O terceiro filme reinicia a franquia.

Os autores do blog (8 jovens de 16 a 19 anos) não tiveram nenhuma pretensão acadêmica e nenhum rigor científico, mas a perspicácia de notarem certos padrões e de montarem para estes filmes uma morfologia, que muito faz lembrar Propp e que melhor proveito poderia ter se comparada a sua Morfologia dos contos de Fadas, é digna de elogio.

Aqui postei apenas os títulos das regras, vale a pena ler a explicação detalhada no site (leia também os comentários) e – quem sabe – desenvolver a ideia em algum trabalho acadêmico de graduação ou pós. O caminho está aberto e a dica apresentada. Quem quiser se aventurar, boa sorte, e não se esqueça dos créditos ao giiblog e – se não for pedir muito – a este blog/site.

Abilio Pacheco

De Matheus Benassuly

Já tinha um certo afeto por “Poemia” (o poema) e pude desvendar os outros todos que compõem o livro de mesmo nome, mais aqueles que estão no teu Mosaico Primevo (primevo da tua parte, por serem os teus poemas primitivos, não por serem primitivos os teus poemas).

Mesmo que, no auge da tua auto-crítica, tu digas que existam poemas ruins (“ruins mesmo”) no teu livro, eu sou obrigado a discordar. Primeiro, porque esse conceito é relativo. Segundo, porque não reflete plenamente a verdade. O que deve existir (e com certeza existe) é a insegurança que a gente tem em relação ao poema (por ser um gênero que evoca de maneira mais explícita – nem sempre – os sentimentos do indivíduo), e que tu deves sentir em relação a um livro que acaba de sair e ainda está por ser laureado ou defenestrado (o que não acredito que ocorra).

E eu gostei bastante de alguns pontos do livro, como da capacidade que tu tens de fazer com que sintamos o lugar da ficção de maneira sintética e concreta, ora em forma de imagem (na “verbivocovisualidade” de Silvio Holanda, movido por “epigramagrário” e “alone”), ora como simples pista poética dentro de uma linguagem densa e desveladora dos nossos próprios sentimentos.
(por email em 25/01/2009)

De Ducarmo

Aproveitando as tardes chuvosas comecei a ler seu livro. Estou curtindo a Canção de Ninar para a Alyne, que deve ser uma gracinha linda…
Um abraço.
(por email em 05/02/2009)